Não existem mães perfeitas, existem mães em crescimento



Alguma vez te deste por ti a pensar que devias saber mais? Fazer melhor? Reagir de outra forma?

Se sim, bem-vinda ao clube das mães reais.

Aquele clube que ninguém divulga nas redes sociais, mas onde estamos todas. O clube das que amam profundamente, erram com frequência e continuam mesmo assim. O clube das que se deitam a pensar no que podiam ter feito diferente e se levantam dispostas a tentar de novo.

A perfeição na maternidade não existe. Nunca existiu.

O que existe são mães em crescimento contínuo.

 

A maternidade não tem linha de chegada

Quando o teu filho era bebé, aprendeste a reconhecer o choro dele. Quando entrou na fase dos "porquês", aprendeste a ter respostas ou a admitir que não as tinhas. Quando chegou à adolescência, aprendeste que o teu papel mudou, que ele precisa de ti de forma diferente, e que isso também é amor.

Cada fase traz novos desafios. E cada desafio traz uma nova versão de ti.

Não és a mesma mãe que eras há cinco anos. Nem deves ser. Cresceste com ele e isso não é falha. É o processo.

Mas há algo que vai ainda mais fundo do que as fases de desenvolvimento.

 

Cada filho ensina-te coisas que nenhum outro poderia ensinar

Se tens mais do que um filho, já percebeste: o que funciona com um pode falhar completamente com outro. Não porque estejas a fazer algo errado, mas porque são pessoas diferentes, com temperamentos diferentes, com formas únicas de sentir, de processar a infirmação e de reagir.

E é precisamente aí que acontece algo extraordinário.

Cada filho, com as suas características únicas, desafia-te a crescer de formas que tu sozinha nunca conseguirias. Não é por acaso. É porque cada temperamento convoca em ti capacidades diferentes Algumas que já tens, outras que ainda estás a desenvolver.

Pensa nisto:

O filho colérico determinado, intenso, com vontade própria, desafia-te a desenvolver firmeza e autocontrolo. Com ele, não há atalhos. Os limites têm de ser claros, e a tua regulação emocional tem de estar presente, porque a intensidade dele só se equilibra quando tu também estás equilibrada.

O filho sanguíneo entusiasta, sociável, sempre a saltar de ideia em ideia, desafia-te a desenvolver criatividade e leveza. Com ele, aprendes que nem tudo precisa de ser uma batalha, que às vezes basta tornar algo mais envolvente para tudo fluir melhor. E que rir também faz parte de educar.

O filho fleumático calmo, paciente, com o seu ritmo muito próprio, desafia-te a desenvolver paciência e confiança. Com ele, aprendes a resistir ao impulso de empurrar, de apressar, de exigir mais depressa. Aprendes a confiar que ele está a processar, mesmo quando o silêncio te preocupa.

O filho melancólico, sensível, profundo, perfeccionista, desafia-te a desenvolver empatia profunda e tolerância à imperfeição. Com ele, não basta ouvir, é preciso compreender verdadeiramente. E o seu perfeccionismo torna-se um espelho que te convida a olhar para a tua própria relação com o erro.

 

Não és uma mãe falhada. És uma mãe em formação

Cada vez que o teu filho te desafia, está, sem saber, a ajudar-te a crescer. Cada vez que não sabes o que fazer, está a convidar-te a aprender. Cada vez que algo não corre como querias, está a mostrar-te onde ainda há espaço para evoluir.

A maternidade não te pede perfeição. Pede presença. Pede humildade. Pede a coragem de continuar a crescer.

 

E se tivesses apoio nesse crescimento?

Crescer sozinha é possível. Mas crescer acompanhada é mais rápido, mais consciente e muito menos solitário.

Se te revês neste artigo, se sentes que queres ser uma mãe mais intencional, que quer compreender melhor os seus filhos e a si própria tenho algo para te oferecer.

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